07/06/2016

Considerando o compromisso de transparência firmado com seus participantes, o SERPROS divulga a situação econômico-financeira dos Planos PS-I e PS-II verificada desde o encerramento do exercício de 2015 até abril de 2016.

Plano Serpro II (PS-II)

O PS-II encerrou o exercício de 2015 superavitário em R$ 325 milhões. Esse valor evoluiu em 2016 conforme o gráfico abaixo, acumulando um superávit de R$ 334 milhões em abril de 2016.

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Apesar do aumento observado no superávit, também foram contabilizadas provisões de investimentos no PS-II em sua parcela de Benefício Definido (relativa aos benefícios de risco e aos assistidos), a partir de 2015, totalizando o valor de R$ 140 milhões até abril de 2016.

A parcela de Contribuição Definida, relativa aos saldos de contas, está permanentemente equilibrada e varia com a rentabilidade, entrada de contribuições e pagamentos de benefícios e resgates. Essa parcela do PS-II encerrou o exercício de 2015 com um patrimônio de R$ 1,81 bilhões, evoluindo para R$ 1,89 bilhões até abril de 2016.

A variação da cota do plano reflete a rentabilidade dos investimentos e evoluiu nos últimos meses conforme o gráfico a seguir:

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O valor das cotas do plano já reflete a contabilização das provisões de investimentos, que no caso do PS-II CD totalizam R$191 milhões até abril de 2016.

A boa notícia é que a partir de janeiro de 2016 a taxa de juros do PS-II aumentou de 4,43% a.a. para 5,78%a.a., com isso os benefícios aumentam em média 15%. Faça sua simulação e veja sua nova estimativa de benefício!

Plano Serpro I (PS-I)

O PS-I encerrou o exercício de 2015 com um déficit de R$ 142 milhões. Esse resultado evoluiu em 2016 conforme o gráfico abaixo, acumulando um resultado deficitário de R$ 154 milhões em abril de 2016, frente a um patrimônio de R$ 1,97 bilhões.

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Um dos motivos que contribuiu para o resultado deficitário do plano, a partir de 2015, foi a contabilização de provisões de investimentos, totalizando no PS-I o valor de R$ 133 milhões até abril de 2016.

A legislação que dispõe sobre equacionamento de déficit, a Resolução CGPC 26 de 2008, foi alterada em 2015 e de acordo com as novas regras, o déficit do PS-I está num patamar em que ainda não há necessidade de ajuste de contribuições.

Esse déficit pode inclusive ser sanado ao longo dos anos se a rentabilidade alcançada superar a meta atuarial, situação que se observou em abril de 2016.

 

Situação econômico-financeira dos planos PS-I e PS-II